Filmografia

Especial Francisco Di Franco

Jeca Tatu, Milton Amaral, 1960
As Aventuras de  Pedro Malazartes, Amácio Mazzaropi, 1960
Tristeza do jeca, Amácio Mazzaropi, 1961
O Vendedor de Linguiças, Glauco Mirko Laurelli, 1962
O Lamparina, Glauco Mirko Laurelli, 1964
O Corpo Ardente, Walter Hugo Khouri, 1966
As Cariocas, episódio de Walter Hugo Khouri, 1966
O Quarto, Rubem Biáfora, 1968
Meu Nome é Lmpião, Mozael Silveira, 1969
Sentinelas do Espaço, Ary Fernandes, 1969
O Cangaceiro sem Deus, Osvaldo de Oliveira, 1969
O Pornógrafo, João Callegaro, 1970
Juliana do Amor Perdido, Sérgio Ricardo, 1970
Balada dos Infiéis, Geraldo Santos Pereira, 1970
Sertão em Festa, Osvaldo de Oliveira, 1970
Um Anjo Mau, Roberto Santos, 1971
Pantanal de Sangue, Reynaldo Paes de Barros, 1971
Um Certo Capitão Rodrigo, Anselmo Duarte, 1971
Quando as Mulheres Paqueram, Victor di Mello, 1971
Cio, Uma Verdadeira História de Amor, Fauzi Mansur, 1971
Cordélia, Cordélia, Rodolfo Nanni, 1971
Os Devassos, Carlos Alberto de Souza Barros, 1971
Um Marido sem… é como um Jardim sem Flores, Alberto Pieralisi, 1972
Como Evitar o Desquite, Konstantin Tkaczenko, 1973
O Marginal, Carlos Manga, 1974
O Supermanso, Ary Fernandes, 1974
Noiva da Noite – Desejo de 7 Homens, Lenita Perroy, 1974
O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão, J.B. Tanko, 1977
As Aventuras de Robinson Crusoé, Mozael Silveira, 1978
A Força do Sexo, Sérgio Toledo, 1978
Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel, Carlos Coimbra, 1979
Os Trombadinhas, Anselmo Duarte, 1979
As Borboletas também Amam, J.B. Tanko, 1979
Mulheres do Cais, José Miziara, 1979
Paixão de Sertanejo, Pio Zamuner, 1979
Os Três Boiadeiros, Waldir Kopesky, 1979
Os Pankekas e o Calhambeque de Ouro, Antônio Moura Matos, 1979
Boneca Cobiçada, Raffaele Rossi, 1980
O Sexo e as Pipas, José Vedovato, 1981
Tessa, a Gata, John Herbert, 1982
A Difícil Viagem, Geraldo Moraes, 1983
O Filho Adotivo, Deni Cavalcanti, 1984
Anúncio de Jornal, Luiz Gonzaga dos Santos, 1984
Sexo, Sexo, Sexo, Francisco Cavalcanti, 1984
Hans Staden, Luís Alberto Pereira, 1999
Até que a Vida nos Separe, José Saragoza, 2000

Carta ao Leitor

Apresentamos aos nossos distintíssimos leitores a Zingu # 54.

Nesta edição, escalamos dois nomes do nosso cinema de estilos completamente diversos, mas igualmente interessantes e importantes: o provocador ator, cineasta, roteirista e produtor Júlio Calasso; e o galã e ator talentosíssimo Francisco Di Franco.

Júlio Calasso é o dossiê do mês. Gabriel Carneiro nos apresenta, em ótima e longa entrevista, a trajetória de Calasso, que nos fala sobre sua infância, formação, início da carreira, Cinema Marginal, filmes em que atuou, o longa que dirigiu, O Longo Caminho da Morte, e muito mais. Novidade desta edição: você também poderá assistir trechos da entrevista, no nosso canal do Youtube.

Tem também no dossiê, críticas de oito de seus filmes, inclusive o raro que dirigiu, mais filmografia.

Já Francisco Di Franco é o especial do mês. Ator que começou no cinema nos filmes de Mazzaropi, marcou época na TV Tupi com o seriado Jerônimo, O Herói do Sertão, e construiu carreira cinematográfica marcante, que vai dos anos 1960 aos 2000. Di Franco foi dirigido por cineastas do quilate de Walter Hugo Khouri, Rodolfo Nani, Sérgio Ricardo, Anselmo Duarte, Roberto Santos, Osvaldo de Oliveira, Fauzi Mansur, e muitos outros.

No especial, temos texto perfil, críticas de 10 filmes e filmografia.

Já nas colunas tradicionais temos o cineasta e crítico Alfredo Sternheim respondendo a coluna O Que É Cinema Brasileiro?; o mítico O Bandido da Luz Vermelha como o Filme-Farol do crítico Marcelo Miranda; a deusa Natalie Wood no Musas Eternas; a paulista Nádia Destro no Inventário Grandes Musas da Boca; e a despedida de Reflexos em Película.

E é também em tom despedida que termino essa minha última Carta ao Leitor da nossa grandiosa e amada Zingu!

Como escrevi na minha primeira Carta ao Leitor como Editor-Chefe, a primeira vez que participei da Zingu! foi como colaborador em 2008, passando em 2009 para a função de redator e contribuindo com textos para os diferentes conteúdos: dossiês e especiais, além da coluna Inventário Grandes Musas da Boca. No segundo semestre de 2010, tornei-me editor-chefe e tive a alegria, e a responsabilidade, de estar à frente de uma equipe fabulosa e verdadeiramente amante do cinema brasileiro.

Tenho que deixar a Zingu! devido a outros compromissos assumidos, mas jamais deixarei de tê-la no coração e na minha cabeceira como leitura obrigatória e indispensável.

Agradeço a todos da revista e a todos os leitores por esses 5 anos de grandes alegrias e aprendizado.

Adilson Marcelino
Editor-Chefe da Zingu!